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Faial e Pico

06 Jun

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“Pico – A subida à montanha é o clímax. Vá com um guia, evidentemente. Atravesse o mistério da ilha pelo interior. Um banho no porto da Calheta do Nesquim não esquece mais. Na volta à ilha – por todo o lado – por todo o lado da fúria da vegetação a explodir por entre as pedras negras – não faltam miradouros, mas não perca o da Terra Alta; e, nas Lajes, o Museu dos Baleeiros e uma saída de barco a ver baleias.

Faial – A Horta é de uma finura simples. Microcosmo cosmopolita. (Não é só o Peter’s). É mais fotogénica do alto do monte da Guia, do monte Carneiro, ou do alto da Espalamaca, o lugar clássico. Uma madrugada eu vi dali o mais belo espetáculo da minha vida: o nascer do sol por detrás do Pico, com S. Jorge e a Graciosa ao fundo. Já posso dispensar auroras boreais. Os Capelinhos são um espetáculo lunar legado pelo vulcão. Ali percebe-se como se fizeram as ilhas. Aos poucos o verde vai triunfando sobre as cinzas.”

in Açores, um olhar, Onésimo Teotónio de Almeida

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Publicado por em Junho 6, 2012 em Faial, Pico

 

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