RSS

Açores – Ilhas de Bruma

30 Dez

“Ainda sinto os pés no terreiro
Que os meus avós bailavam o pezinho
A bela Aurora e a Sapateia
É que nas veias corre-me basalto negro
E na lembrança vulcões e terramotos

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Se no falar trago a dolência das ondas
O olhar é a doçura das lagoas
É que trago a ternura das hortênsias
E no coração a ardência das caldeiras

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Trago o roxo a saudade esta amargura
E só o vento me ecoa mundos na lonjura
Mas trago o mar imenso no meu peito
E tanto verde a indicar-me a esperança

Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

É que nas veias corre-me basalto negro
No coração a ardência das caldeiras
O mar imenso me enche a alma
E tenho verde, tanto verde, tanta esperança

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

Por isso é que sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra”

(Letra de Manuel Medeiros Ferreira)

Anúncios
 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Dezembro 30, 2009 em Açores

 

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: