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“Quando falo da força dos cimos de São Jorge, refiro-me à vegetação mais densa que nas outras ilhas do meio, às nuvens que parecem mais espessas nesses combros, aos gingkos e aos inesperados pinheiros por meio do pau-branco e de incensos abundantes, à divisão abrupta de céu e água que tais altas terras desenham, sem nos criarem a sensação de estreiteza que, nos mapas, julgamos ir encontrar. Também se nos aproximamos, quer por mar quer pelo alto, parece ser rocha bruta e negra essa rocha intrometida, mas lá é placidez e vento húmido e nevoeiro.”
(Joaquim Manuel Magalhães, Do Corvo a Santa Maria, 1993)
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