Segredos do Arquipélago
Posted in Açores on Dezembro 23, 2009 by Teresa Marques
“Vi, extasiado, aquele arco de terra que se abrir na minha frente, e vi o branco das casas. Vi a marina e os seus veleiros exaustos, de mastros oblíquos, e vi os contínuos barcos que vogavam entre o Faial e o Pico. Tudo quanto a vista dali pudesse alcançar eu vi: a paisagem dos maroiços de bagacina, os canaviais, os pequenos bosques de faia e incenso. Eram cabeços e muros, e os olhos das hidrângeas que trepavam pelas estradas da serra, e eram manchas de agapantos floridos, e grandes folhas de inhame bordejando as grotas e as lagoas…”
(João de Melo)
Tourada à corda
Posted in Terceira on Dezembro 10, 2009 by Teresa MarquesThe legend of Atlantis
Posted in Pico on Novembro 26, 2009 by Teresa Marques
(crédito de imagem: Lina Ferreira)
“The mystery of the haze that rises from the sea as if to veil the islands from our curious eyes: the legend of Atlantis, that once mighty and prosperous continent which – as Plato tells us – a natural disaster of colossal dimensions caused to sink forever to the ocean floor. It is said however that God did not wish the realm of Atlantis to be totally destroyed and so raised the peaks of the highest mountains above the level of the water.”
(Willy Heinzelmann, Azores, Portugal, 1980)
Ilha- só isto:
Posted in Pico on Novembro 16, 2009 by Teresa Marques
“Só isto:
O céu fechado, uma ganhoa pairando. Mar. E um barco na distância: olhos de fome a adivinhar-lhe, à proa, Califórnias perdidas de abundância.”
(Pedro da Silveira, A Ilha e o Mundo, 1952)
Céu dos Açores
Posted in Clima on Novembro 13, 2009 by Teresa Marques
(crédito de imagem: Isabel Pires)
Observa Raúl Brandão n’As Ilhas Desconhecidas a “luz delicada dos Açores”, o “céu dos Açores carregado de humidade”, como um quadro com “pequenos toques horizontais cor de chumbo”, a “luz discreta em que as coisas perdem importância e relevo.”



